Saiba como garantir o seu botijão de gás gratuito neste mês de janeiro
Programa de auxílio social retoma os pagamentos para ajudar famílias a manterem a cozinha abastecida no início do ano.
O início de ano costuma ser um período de muitos gastos para as famílias brasileiras, com contas de impostos e despesas escolares batendo à porta. Para dar um fôlego no orçamento doméstico, o programa que garante o acesso ao botijão de gás continua sendo um suporte essencial para milhões de lares.
Esse auxílio foi criado para proteger a segurança alimentar de quem mais precisa, garantindo que o preparo das refeições não seja comprometido pelo preço do combustível. Em janeiro, os pagamentos seguem o cronograma regular, permitindo que as famílias comprem o item sem precisar retirar o dinheiro da comida ou do aluguel.
Diferente de outros auxílios, o valor depositado corresponde a 100% do preço médio nacional do botijão de 13 quilos. Isso significa que, ao receber o recurso, o cidadão tem o poder de compra garantido para adquirir o gás de cozinha em qualquer revendedora da sua região.
Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como entrar na lista de quem recebe esse benefício. É importante entender que o processo é automático para quem já está com os dados atualizados no sistema social do governo, não sendo necessário enfrentar filas em agências apenas para solicitar o valor.
Manter a organização financeira neste começo de 2026 fica um pouco mais fácil quando se conhece os prazos e os direitos garantidos. Estar atento ao calendário de depósitos evita que você perca a data de sacar o recurso ou de utilizá-lo para abastecer a despensa.
Quem pode receber o dinheiro do gás este mês
O critério principal para ter direito ao benefício é a renda familiar, que deve ser compatível com as regras de vulnerabilidade social. Famílias que possuem entre seus membros pessoas que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) também possuem prioridade garantida no recebimento do valor.
Um ponto fundamental é a atualização dos dados cadastrais. Se você mudou de endereço, teve um aumento na família ou mudou a renda nos últimos meses, precisa informar essas alterações. O sistema utiliza essas informações para selecionar quem realmente está passando por dificuldades no momento.
Vale lembrar que o benefício é liberado de forma bimestral, ou seja, a cada dois meses. Por isso, se você recebeu no mês passado, o próximo depósito seguirá o intervalo estabelecido. Essa organização ajuda o governo a manter o fluxo de pagamentos em dia para todos os estados.
Datas de pagamento e como realizar a consulta
Os valores do auxílio-gás são depositados seguindo o mesmo calendário de outros programas sociais, como o Bolsa Família. O cronograma é organizado pelo último dígito do NIS (Número de Identificação Social) que aparece no seu cartão.
A maneira mais prática de verificar se o dinheiro já caiu na conta é através do aplicativo Caixa Tem. Por lá, você consegue ver o extrato detalhado e saber se o valor do botijão já está disponível para uso ou saque imediato.
Caso prefira o atendimento por telefone, existe a opção de ligar para os canais de atendimento ao cidadão. Ter o número do CPF em mãos facilita a consulta e garante que você obtenha a informação correta sobre o dia exato em que o dinheiro estará liberado no banco.
Dicas para o uso consciente do botijão
Receber o auxílio é uma grande ajuda, mas economizar no dia a dia faz com que o benefício renda ainda mais. Pequenas atitudes na cozinha, como tampar as panelas durante o cozimento e manter os queimadores do fogão sempre limpos, ajudam a evitar o desperdício de gás.
Outra dica valiosa é verificar se não há vazamentos na mangueira ou no registro do botijão. Além de ser uma questão de segurança para toda a família, um pequeno vazamento pode fazer com que o gás acabe muito antes do tempo previsto, gerando um prejuízo desnecessário.
Quando o valor do benefício cair na conta, tente pesquisar preços em diferentes revendedores do seu bairro. Muitas vezes, uma pequena caminhada ou uma ligação para outro fornecedor pode resultar em uma economia que permite usar o troco para comprar outros itens básicos de higiene ou alimentação.




