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Governo estuda PROIBIR Bolsa Família para determinados usos; saiba o que muda!

Governo avalia restringir o uso do Bolsa Família em determinadas atividades; veja quais mudanças podem ocorrer e como isso pode afetar os beneficiários.

Como muitos brasileiros já devem saber, o Bolsa Família e o famoso BPC são dois programas essenciais para a sobrevivência diária de muitas famílias em situação de vulnerabilidade no país. Contudo, é necessário ter atenção às regras tanto para ativar quanto manter os benefícios.

Diante disso, o Governo Federal anunciou recentemente que pretende limitar o uso desses benefícios, restringindo sua aplicação a determinadas finalidades. A medida tem como objetivo combater o uso indevido dos recursos destinados à manutenção de famílias em necessidades básicas.

A principal novidade envolve a proibição do uso do dinheiro para práticas consideradas arriscadas. A decisão é uma resposta a uma recomendação do próprio STF, que se preocupa com os efeitos negativos das apostas em plataformas digitais para os beneficiários desses auxílios.

Governo estuda PROIBIR Bolsa Família para determinados usos; saiba o que muda!
Apostas online oferecem sérios riscos para quem depende do Bolsa Família! Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / cadastrounicobrasil.com.br

Uso indevido do Bolsa Família preocupa o governo

Em primeiro lugar, saiba que a medida está sendo cuidadosamente analisada, incluindo uma avaliação jurídica para garantir sua legalidade. Assim, o governo busca proteger os recursos que são destinados a famílias em vulnerabilidade social.

A preocupação com o uso de recursos do Bolsa Família e do BPC para apostas online surgiu após a divulgação de dados pelo Banco Central. Foi identificado que mais de 5 milhões de pessoas que recebem o Bolsa Família estavam cadastradas em plataformas de apostas, movimentando R$ 3 bilhões.

Os dados acenderam um alerta vermelho no governo, pois muitos beneficiários acabaram se endividando devido a essa prática. Além do mais, a ideia é que o Bolsa Família e o BPC sejam destinados para compra de alimentos e outros recursos básicos.

Com isso, o Supremo Tribunal Federal determinou que o governo criasse mecanismos para impedir que os beneficiários desses programas utilizassem os recursos para apostas esportivas e cassinos online, como no famoso e perigoso “jogo do tigrinho”.

Embora ainda não haja comprovação de que as apostas tragam retorno financeiro para os envolvidos, há relatos de pessoas que se prejudicaram, agravando ainda mais a situação de vulnerabilidade social e endividamento.

Saiba mais: Fraudes com cartão Bolsa Família dão cadeia: entenda BOMBA envolvendo benefício!

Proibição das Apostas Online em curso: como vai ser?

No presente momento, o governo está finalizando uma portaria que visa impedir que as pessoas cadastradas no Bolsa Família e no BPC utilizem seus benefícios para apostas online.

A proposta inicial era bloquear o uso do cartão do programa para essas plataformas, mas essa abordagem foi considerada ineficaz. Por isso, a medida mais eficaz será a restrição da inscrição de beneficiários desses programas nas plataformas de apostas.

A mais nova medida ainda está sendo finalizada, com a parte jurídica do processo em andamento. A expectativa é que a restrição seja aplicada de forma que, ao cadastrar um CPF vinculado ao Bolsa Família ou BPC, as plataformas de apostas possam identificar a vinculação e barrar o acesso a essas plataformas.

Isso tudo pode atingir muitas pessoas que dependem do Bolsa Família e do BPC. No entanto, a ação imediata visa proteger o objetivo inicial do programa: fornecer o básico para famílias em situação de extrema necessidade.

Embora alguns possam sentir que a restrição limita a liberdade de escolha, o principal foco do governo é assegurar que os recursos sejam usados para alimentação, moradia e educação. Afinal, programas de assistência social foram criados com essa finalidade.

Veja também: NIS nunca mais! CPF será a chave para ELIMINAR golpes em benefícios como o Bolsa Família

Andrei Hardtke

Andrei Hardtke, natural de Pelotas/RS, 24 anos de idade. Formado em Letras pela UFPel, pós-graduado em Linguagens e atual redator do Cadastro Único Brasil. Desde criança, as palavras sempre estiveram comigo, do gibi às palavras cruzadas. Já há alguns anos, descobri uma paixão por escrever poemas como um passatempo, o que me inspirou a ser redator e escrever textos que não só informam, mas que também cativam e emocionam.

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