Projeto de isenção de imposto para idosos: o que esperar das novas regras em 2026
Novas propostas buscam aliviar a carga tributária da terceira idade, garantindo mais recursos para saúde e bem-estar.
Cuidar do orçamento na terceira idade exige atenção redobrada, especialmente com os custos de saúde e medicamentos que costumam subir com o passar dos anos. Para 2026, uma das notícias mais aguardadas pelos brasileiros é a ampliação da isenção do Imposto de Renda, um projeto que promete dar um fôlego extra para quem já trabalhou a vida inteira.
A grande novidade que começa a valer no próximo ano é a nova faixa de isenção geral, que deve beneficiar milhões de brasileiros, incluindo uma parcela enorme de idosos. A proposta, que já passou por etapas fundamentais de aprovação, estabelece que quem recebe até R$ 5.000 por mês não precisará mais pagar o imposto.
Essa mudança é um marco importante, pois hoje a faixa de isenção é muito menor, obrigando muitos aposentados que ganham valores modestos a deixarem uma parte da sua renda com o Leão. Com a nova regra, o dinheiro que seria retido na fonte fica disponível para as despesas do dia a dia da família.
Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui, onde acompanhamos cada passo das leis que mexem com o seu bolso. Para o idoso, essa economia pode significar a possibilidade de manter um plano de saúde melhor ou realizar aquela reforma necessária em casa.
Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, trazendo a clareza necessária sobre as regras tributárias. Além da isenção geral pela renda, os idosos continuam contando com benefícios específicos que já existem, mas que agora ganham ainda mais relevância dentro do novo cenário econômico de 2026.
A nova tabela do Imposto de Renda para 2026
O projeto sancionado prevê que o limite de isenção suba progressivamente até atingir os R$ 5.000 mensais em 2026. Para quem ganha entre esse valor e R$ 7.350, haverá uma espécie de desconto parcial, fazendo com que o imposto pago seja proporcionalmente menor do que é hoje.
Isso significa que a grande maioria dos aposentados e pensionistas do INSS ficará totalmente livre da mordida do imposto. Como o teto atual do INSS gira em torno de R$ 8 mil, apenas uma pequena parcela de segurados que recebe o valor máximo ou acumula pensões continuará contribuindo de forma mais expressiva.
A medida também simplifica a vida de quem precisa declarar. Com mais pessoas isentas, a Receita Federal consegue focar seus esforços em quem possui rendas muito altas, reduzindo a burocracia para o cidadão comum que vive do seu benefício previdenciário.
Isenção extra para idosos acima de 65 anos
Além da nova regra geral de R$ 5 mil, o idoso com 65 anos ou mais continua tendo direito a uma parcela isenta adicional. Essa é uma regra clássica da legislação brasileira: além da faixa normal de isenção que todo mundo tem, quem passou dos 65 anos possui uma “folga” extra sobre os rendimentos de aposentadoria e pensão.
Na prática, isso funciona como uma proteção dobrada. Se somarmos a nova isenção de 2026 com essa parcela adicional, o valor que o idoso pode receber sem pagar nada de imposto fica ainda mais alto. É um reconhecimento do estado de que, nesta fase da vida, os gastos essenciais aumentam naturalmente.
Vale lembrar que esse benefício extra vale apenas para o dinheiro que vem da previdência (INSS ou serviço público). Se o idoso ainda trabalha e recebe um salário, ou se possui rendas de aluguéis, esses valores entram no cálculo normal e podem ser tributados se ultrapassarem os novos limites.
Prioridade total na restituição do imposto
Outro ponto fundamental do projeto para 2026 é a consolidação da prioridade absoluta para idosos na hora de receber a restituição. Quem tem mais de 60 anos já entra automaticamente no primeiro lote de pagamentos, logo após o encerramento do prazo de entrega da declaração.
Para os idosos com mais de 80 anos, a prioridade é ainda maior. O governo entende que devolver o dinheiro pago a mais o quanto antes é uma medida de justiça social. Esse recurso costuma chegar às contas bancárias entre os meses de maio e junho, servindo como um “14º salário” para muitos.
Mesmo quem é isento pode ter direito à restituição se teve imposto retido em algum mês ou se possui muitas despesas dedutíveis, como gastos médicos sem limite. Por isso, mesmo não sendo obrigado a pagar, às vezes vale a pena entregar a declaração para buscar o dinheiro de volta.
Isenção por doença grave: o que muda em 2026
Um tema sensível e muito importante é a isenção de Imposto de Renda para idosos acometidos por doenças graves. A lei atual já garante que aposentados e pensionistas com diagnósticos como câncer, cardiopatia grave ou Parkinson fiquem isentos de pagar o tributo, independentemente do valor que recebam.
Em 2026, a novidade reside na facilitação do pedido. O governo tem trabalhado para que o laudo médico possa ser integrado digitalmente ao sistema da Receita Federal, evitando que o idoso doente precise se deslocar até agências para perícias presenciais cansativas.
Se você tem uma das doenças listadas na lei, o direito à isenção é retroativo. Isso quer dizer que você pode pedir a devolução do imposto pago nos últimos cinco anos, desde a data do diagnóstico. É um montante que pode representar uma segurança financeira enorme para custear tratamentos e exames complexos.
Documentos e cuidados para 2026
Para aproveitar todas essas mudanças, o idoso deve manter sua documentação organizada. Títulos de propriedade, extratos de pagamentos do INSS e, principalmente, recibos médicos são fundamentais. Em 2026, a malha fina estará mais tecnológica, cruzando dados de farmácias e hospitais com a declaração.
Se você planeja usufruir da nova isenção, confira se o seu CPF está regular. Pendências simples de anos anteriores podem bloquear o seu acesso aos novos benefícios de 2026. A regra é clara: para ter o desconto no imposto, o cadastro deve estar limpo.
O projeto de isenção para idosos em 2026 é um passo importante para a valorização da terceira idade no Brasil. Com menos dinheiro indo para os cofres do governo e mais dinheiro ficando na carteira do cidadão, a economia gira e a qualidade de vida de quem já fez muito pelo país melhora significativamente.




