Devolução do auxílio emergencial: prazo é prorrogado para regularização em 2025
Entenda a prorrogação do prazo para devolver valores recebidos de forma indevida do Auxílio Emergencial e como consultar sua situação junto ao governo.
Muita gente ainda tem pendências com o Auxílio Emergencial, aquele benefício pago pelo governo durante o período da pandemia. Apesar de ter sido fundamental para milhões de famílias, algumas pessoas acabaram recebendo o valor de forma indevida.
Se você está nesse grupo, precisa ficar atento: o governo federal costuma fazer uma revisão constante dos pagamentos. O objetivo é identificar quem recebeu sem se encaixar nas regras e precisa devolver o dinheiro.
A boa notícia para quem estava preocupado é que o prazo para essa regularização foi prorrogado. Essa decisão dá um fôlego extra para que as pessoas possam se organizar e quitar essa pendência com tranquilidade.
Essa prorrogação é uma chance de ouro para evitar problemas futuros com a Receita Federal e garantir que o seu CPF fique completamente limpo. É importante aproveitar esse tempo para resolver a situação o quanto antes.
Nova data para a devolução
A decisão de estender o prazo foi tomada para facilitar a vida do cidadão. O governo entendeu que muitas pessoas tiveram dificuldades para fazer a devolução dentro da data original.
A nova data limite para a devolução do Auxílio Emergencial indevido foi estendida para 2025. Essa prorrogação garante mais tempo para que você possa gerar a guia de pagamento e fazer o depósito.
É crucial entender que, mesmo com a prorrogação, a obrigação de devolver os valores que não eram devidos continua valendo. O ideal é não deixar para a última hora, evitando correria e possíveis erros no processo.
Para saber se você precisa devolver o dinheiro, é essencial consultar sua situação junto ao governo. O processo é simples e pode ser feito pela internet, garantindo que você tenha a informação correta sobre a pendência.
Passo a passo para gerar a GRU
Para devolver os valores, você precisa gerar um documento específico, chamado Guia de Recolhimento da União, ou GRU. É através dessa guia que o dinheiro volta para os cofres públicos.
O primeiro passo é acessar o site oficial do governo federal, na seção dedicada à devolução do auxílio. Lá, você deve preencher as informações solicitadas.
Geralmente, você precisará informar o seu CPF e outros dados pessoais. O sistema fará a busca e informará o valor exato que você deve devolver, caso haja alguma pendência.
Depois de conferir o valor, o próprio sistema gera a GRU pronta para ser impressa. O ideal é imprimir e pagar em qualquer agência bancária, lotérica ou até mesmo pelo aplicativo do seu banco.
É fundamental que o pagamento seja feito da forma correta para que a sua situação seja regularizada rapidamente. Guarde o comprovante de pagamento, pois ele é a sua prova de quitação.
Quem precisa devolver o auxílio?
Não são todas as pessoas que receberam o auxílio que precisam devolver. O governo foca naqueles que, após a reanálise, foram identificados como não elegíveis para receber o benefício.
Isso inclui, por exemplo, pessoas que tinham emprego formal ativo na época, quem recebeu outros benefícios do INSS ou quem teve renda familiar acima do limite permitido.
Outro grupo que precisa ficar de olho é o de dependentes que foram declarados incorretamente no Imposto de Renda e que também receberam o auxílio. Nestes casos, a Receita Federal costuma apertar a fiscalização.
Se você recebeu uma notificação do governo ou da Receita Federal informando sobre a pendência, você é um dos que precisa regularizar a situação. Não ignore essas comunicações.
O risco de não fazer a regularização
Deixar de devolver o Auxílio Emergencial recebido indevidamente pode trazer algumas dores de cabeça sérias. A principal delas é cair na malha fina da Receita Federal.
Quando isso acontece, seu CPF pode ficar com pendências, o que impede você de fazer empréstimos, participar de concursos públicos ou até mesmo tirar passaporte.
Além disso, o governo pode iniciar um processo de cobrança administrativa ou judicial. Nesses casos, o valor a ser devolvido pode ser corrigido com juros e multas, tornando a dívida ainda maior.
A prorrogação do prazo é um ato de boa vontade do governo para que você resolva tudo de forma simples. Aproveite a oportunidade para quitar essa pendência e ficar tranquilo com suas obrigações fiscais.




