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Bolsa Família: Novo benefício garante mais dinheiro para quem tem crianças; veja como funciona

Entenda a nova regra do Bolsa Família que libera um valor extra por criança de 4 a 6 anos e saiba como garantir o dinheiro na sua conta.

O Governo Federal adicionou um novo valor extra ao Bolsa Família para auxiliar no cuidado com as crianças na primeira infância.

O Bolsa Família tem passado por ajustes para atender melhor as famílias mais vulneráveis do Brasil. Uma das novidades mais significativas é a criação de um novo benefício adicional. Ele garante um valor extra para as famílias que têm crianças em uma faixa etária específica.

Este reforço financeiro é fundamental, pois reconhece os custos maiores que as famílias têm durante a fase de crescimento e desenvolvimento dos filhos. É mais uma ajuda para garantir que os pequenos tenham o necessário.

O valor base do programa já é de R$ 600 por família. Com este novo adicional, o montante final que cai na conta pode aumentar consideravelmente, dependendo da composição familiar.

Essa mudança busca apoiar a primeira infância, um período crucial para a formação das crianças. É um investimento direto no futuro das novas gerações.

Se sua família já faz parte do programa e tem filhos nessa faixa etária, é essencial saber exatamente como esse novo valor funciona e como ele impacta o seu benefício mensal. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui.

O novo Benefício Variável Familiar

O adicional que entrou em vigor é chamado de Benefício Variável Familiar (BVF). Ele foi criado para famílias com crianças que estão em um momento de transição de idade, logo após a primeira infância.

O valor desse novo benefício é de R$ 50 por criança, e ele é pago mensalmente junto com o valor principal do Bolsa Família.

Este novo valor extra é destinado especificamente às crianças que têm entre 4 anos e 6 anos incompletos.

Até então, as regras previam o Benefício Primeira Infância (BPI) de R$ 150 para crianças de até 6 anos. Com a nova legislação, houve uma divisão para otimizar a distribuição do recurso.

Ou seja, uma criança de 5 anos, por exemplo, não recebe mais o BPI de R$ 150. Ela passa a se enquadrar neste novo adicional de R$ 50, que complementa o valor principal.

Como o benefício é pago

O BVF de R$ 50 é somado ao Benefício de Renda de Cidadania (BRC) e aos outros adicionais que a família já recebe. Ele é creditado automaticamente na mesma conta.

Vamos a um exemplo: uma família com três crianças — um bebê de 2 anos, uma criança de 5 anos e um adolescente de 10 anos.

  1. Valor Base: R$ 600 (Benefício de Renda de Cidadania).
  2. Bebê (2 anos): Recebe o Benefício Primeira Infância (BPI) de R$ 150.
  3. Criança (5 anos): Recebe o novo Benefício Variável Familiar (BVF) de R$ 50.
  4. Adolescente (10 anos): Recebe o Benefício Variável Familiar (BVF Jovem) de R$ 50.

Neste caso, o valor total do Bolsa Família seria de R$ 850 (R$ 600 + R$ 150 + R$ 50 + R$ 50).

É a composição exata da família, registrada no sistema, que determina qual adicional será pago. Por isso, a atualização cadastral é crucial.

Regras e obrigações para receber

Para continuar recebendo o novo adicional, e todos os demais valores do programa, a família precisa cumprir as condicionalidades.

Manter os dados atualizados é a primeira e mais importante regra. Qualquer mudança na família, como nascimentos, falecimentos ou mudança de endereço, precisa ser comunicada rapidamente.

As crianças e adolescentes devem frequentar a escola. O governo acompanha a frequência escolar para garantir que o auxílio cumpra sua função social.

Além disso, é obrigatório manter a saúde em dia. As crianças menores precisam seguir o calendário de vacinação e passar por acompanhamento nutricional.

Se houver descumprimento dessas regras, o benefício pode ser bloqueado ou cancelado.

O governo faz cruzamento de dados constantemente. Garantir que todas as informações estejam corretas e que as obrigações de saúde e educação sejam cumpridas assegura o recebimento do benefício.

Janaína Silva

Amante da leitura desde sempre, encontrei nas palavras um refúgio e uma forma poderosa de expressão. Escrever é, para mim, uma paixão que se renova a cada página, a cada história contada. Gosto de transformar ideias em textos que tocam, informam e inspiram. Entre livros, pensamentos e emoções, sigo cultivando o prazer de comunicar com autenticidade.

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