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PIS/PASEP: É obrigatório apresentar a Carteira de Trabalho para o saque?

Entenda a regra de saque do PIS/PASEP, se a Carteira de Trabalho é exigida e qual é o caminho mais rápido para resgatar o abono salarial.

O PIS/PASEP é um benefício que todo trabalhador brasileiro sonha em receber, mas a hora do saque pode gerar dúvidas. Uma das mais comuns é se é obrigatório levar a Carteira de Trabalho para retirar o dinheiro.

Afinal, a documentação exigida para sacar o abono salarial costuma mudar, e o ideal é sempre estar preparado. Ficar na fila do banco ou da lotérica e descobrir que falta um documento é uma dor de cabeça que ninguém quer ter.

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) define as regras do PIS/PASEP. Ele busca facilitar a vida de quem tem direito ao abono, simplificando os procedimentos sempre que possível.

A boa notícia é que, hoje em dia, as coisas estão mais digitais e o processo de saque ficou muito mais simples. Em muitos casos, a Carteira de Trabalho física não é mais a peça-chave.

É importante saber o que é realmente exigido para não perder tempo. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui.

Documentação para sacar o PIS/PASEP

A exigência de documentos para o saque do PIS/PASEP mudou bastante nos últimos anos. Com a informatização, o governo consegue cruzar dados de forma mais eficiente.

O principal documento que você precisa ter é um de identificação com foto — como o RG ou a CNH. Eles são essenciais para comprovar que você é o titular do benefício.

Além disso, é necessário ter o seu Número de Identificação Social (NIS) em mãos. Esse é o número de cadastro do trabalhador, que pode ser conferido em documentos antigos ou pelo aplicativo.

Hoje, a Carteira de Trabalho física não é mais uma exigência estrita para sacar o PIS/PASEP. As instituições bancárias fazem a consulta do seu direito usando seu CPF e o número do NIS.

Se você tiver a Carteira de Trabalho Digital no seu celular, ela é suficiente. A versão digital tem todos os dados dos seus contratos e contribuições, sendo facilmente verificada pelo sistema.

O que importa é que o seu histórico de trabalho esteja registrado corretamente no sistema do governo.

Como consultar se você tem direito

Antes de se preocupar com o saque, o primeiro passo é confirmar se você realmente tem direito ao abono salarial do ano vigente. A consulta também ficou mais fácil.

O jeito mais simples de checar é pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Baixe o app e faça o login com seu CPF.

Dentro do aplicativo, procure pela seção “Benefícios” e depois em “Abono Salarial”. Lá, você encontrará a informação se o PIS/PASEP foi liberado em seu nome, o valor e a data prevista para o pagamento.

Outras formas de consultar incluem o portal gov.br, o aplicativo CAIXA Trabalhador (para PIS) ou o telefone 158.

Para ter direito ao abono, você precisa ter trabalhado no mínimo 30 dias com carteira assinada no ano-base e ter recebido, em média, até dois salários mínimos por mês.

Onde e como sacar o dinheiro

Se você tem direito, sacar o PIS/PASEP é bastante tranquilo.

Para quem é empregado da iniciativa privada (recebe o PIS), o pagamento é feito pela CAIXA Econômica Federal.

  • Se você tem conta na CAIXA, o dinheiro geralmente é depositado automaticamente.
  • Se não tem conta na CAIXA, o saque pode ser feito com o Cartão Social e senha em caixas eletrônicos, Lotéricas ou Correspondentes CAIXA Aqui.
  • Também é possível sacar em uma agência da CAIXA, apresentando o documento de identidade.

Para os servidores públicos (recebem o PASEP), o pagamento é feito pelo Banco do Brasil (BB).

  • Correntistas do BB também costumam receber o valor direto na conta.
  • Quem não é correntista deve procurar uma agência do Banco do Brasil com um documento de identificação.

Lembre-se de conferir o calendário de pagamentos. O cronograma segue o mês de nascimento do trabalhador. Sempre que o abono é liberado, você tem um prazo para fazer a retirada antes que o dinheiro retorne para o governo.

Janaína Silva

Amante da leitura desde sempre, encontrei nas palavras um refúgio e uma forma poderosa de expressão. Escrever é, para mim, uma paixão que se renova a cada página, a cada história contada. Gosto de transformar ideias em textos que tocam, informam e inspiram. Entre livros, pensamentos e emoções, sigo cultivando o prazer de comunicar com autenticidade.

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